Um sebo de vela acesa de pavio, com prosa recebo o último chute na hora do coro, na minha escrita. Na sombra do destino além, eu te despeço do meu aficionado adeus, dois espetos se vão, antes que a poeira assente na minha música. Intoxicado por suas asas de obsidiana, voando em sebo aceso como uma mariposa aos meus cardumes eróticos, em uma mochila eu desovar. Seis pés enterrados no lago eterno, sob as sombras dos salmos escuros com o beijo plantado em minha nuca, atravesso embora o portão rangendo.
No pomar da maçã crabapple e do agridoce, uma pedra de madeira ficou em pé, até a minha passagem.
Me acorde do meu último sono Enquanto eu descanso em travesseiros Untando-me com seu amor Antes que as cataratas me ceguem Acendendo as luzes enquanto eu suspiro Para que eu possa te ver Enquanto…
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