Um sebo de vela acesa de pavio, com prosa recebo o último chute na hora do coro, na minha escrita. Na sombra do destino além, eu te despeço do meu aficionado adeus, dois espetos se vão, antes que a poeira assente na minha música. Intoxicado por suas asas de obsidiana, voando em sebo aceso como uma mariposa aos meus cardumes eróticos, em uma mochila eu desovar. Seis pés enterrados no lago eterno, sob as sombras dos salmos escuros com o beijo plantado em minha nuca, atravesso embora o portão rangendo. No pomar da maçã crabapple e do agridoce, uma pedra de madeira ficou em pé, até a minha passagem.
Quando os tempos aparecem, Essa vida fica no caminho. Responsabilidades, tire as prioridades do lugar! É então que eu sinto e sei, A profundidade da nossa conexão. O vislumbre fugaz através do…
continuar Poemas de amor história de sexoAs chuvas chegaram cedo naquele setembro. Caindo de um céu sombrio de chumbo; Depois de meses de sol sem fim. Quando toda a cor se esvaiu dos campos e das folhas; E pequenos lagos e reservatórios…
continuar Poemas de amor história de sexoÉ aqui que meu coração está Em uma encruzilhada Entre amar você e seguir em frente Seus sentimentos por ela Tão fortes quanto meus sentimentos por você Eu sei que não posso ter você Às…
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