Sobre os arenitos do tempo e apressando as águas azuis a roseta das folhas que caem dispostas fora horas poesia como riachos da montanha fluem como quieta a serenidade do outono O seiva doce do bordo goteja como a massa de quiche enquanto você afasta sementes de dandelion com a respiração suave e eu com pena Escova pintura prosa de sorrisos e uma linda moça em sua pose Dedos em câmera lenta suspirando felicidade escultural beleza no cavalete da minha mente na tela e tinta na ponta dos meus dedos suavemente vai a brisa como eu piscar Sonhos parece que eu deitei em meu sono sussurrando gritos de leão passado sobre arenitos do tempo e correndo águas azuis a roseta de folhas caindo dispostas horas fora.
De Alexandre Dumas três mosqueteiros Em sonhos passando da sombra da noite Ecos de luxúria e abraço romântico E eu agitando uma nova alvorada despontando. Como o orvalho caiu sobre a manhã que…
continuar Poemas de amor história de sexoA noite pertence a você, seus brilhos espectrais em sua moldura me lembram que há pedaços, fragmentos de você comigo que eu não poderei devolver. Essa dor uma vez nos tornou perigosos. Tornou-se…
continuar Poemas de amor história de sexoEu fui all in Eu mostrei a você minha mão Nenhum sentimento estava escondido Você agora sabe onde estou Eu expus meu coração Agora como faço para mostrar? Eu sinto que não tenho mais caminho…
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