Os vampiros não hibernam. Eles dormem mais profundamente no inverno. Usando teias de aranha como colchas e bebendo bebês quentes, para afastar minha geada. Sob as vigas cruzadas no sótão, até o sol da meia-noite se tornar escuro.
Trovão para despertar, minha eterna imortalidade. Óculos escuros e roupas masculinas. Spats.
Cartola e sapatos pontudos. Quando pisar alto com debutantes, vestindo corpetes. Novocain para aliviar a dor, enquanto eu mordo, outra rainha do baile. Roubando-a de seu namorado. Sob o visco, como noels tocam.
Fitas no cabelo dela. Seu perfume me excitando. A aura da mulher. Minha masculinidade se eleva, sugerindo sua inocência.
Me enamorando. Precioso às pressas. Beijando-a, acelerada.
Ela tangos no meu obelisco. Fazendo amor até a primavera. Usando teias de aranha como colchas e bebendo bebês quentes, para afastar minha geada.
Simplicidade íntima…
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