Bater palavras no teclado para mim é muito chato. Eu prefiro apertar… apertar a pena. Se sob a essência, do meu swill noturno. À medida que gotas de tinta caem no papel.
Às vezes em minha mente. Sem papel timbrado ou borrão. Inebriado pela luxúria. Se eu não desmaiar, de muito rum, antes do Ano Novo. Seus seios pesados … pesados nos meus pensamentos.
Eu acaricio na terceira estrofe. Escrevendo no amanhecer, o novo dia engole. Antes de descansar entre os lençóis. Soprando as velas.
Eu gozo. Não importa colóquio, ou tête-tête. Maiúsculas ou minúsculas.
Minha alma chega a muitos andares, quando coça em pergaminho. Sua boceta adornava eloquentemente. Perfurado com anéis.
O assunto… tanto faz. Saindo do segundo nível. Às vezes sensual, outras vezes neurótica. Seus quadris me direcionando.
Tudo no devido tempo. Escrevendo no amanhecer, o novo dia engole. Antes de descansar entre os lençóis. Soprando as velas.
Bocejar.
Não havia criado uma emoção mais quente…
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