Alguns me veem opaco. Nublado. Lurid na melhor das hipóteses.
Como páginas de mofo, com ácaros carregando lanternas. Sem sentido. Sem humor. Arranhando os ossos.
A tinta é minha salmoura, em conserva com uma pena. Alguns dizem. Sensualidade em teias de espiga. Os cantos do molde velho.
Prazeres vem de várias maneiras. Quando meu pênis está em casa. Rabisco. Os cartuchos censuram.
Aquilo que não seca. Palavras de erotismo, plagiadas. Com gin e duas azeitonas. A leviandade seca não abre câmaras para a libido. Intoxicado por luxúria, ou vire páginas de mofo.
Com ácaros carregando lanternas.
Nós nos abraçamos por um tempo Nós nos mantivemos juntos em nosso amor Você me deixou ir embora de tudo, eu era sua para sempre Eu agora estou sozinha sem nada para alguém ver ou tocar Meu…
continuar Poemas de amor história de sexoObrigado, L, por seu amor, sua afeição Duas almas díspares encontraram uma conexão profunda E nas minhas horas e dias mais sombrios Você deu muito, de muitas maneiras E enquanto nossos caminhos…
continuar Poemas de amor história de sexoUm milhão de borboletas batem suas asas, um milhão de vespas desnuda suas picadas. Na calada da noite, coração explodindo, Sua voz um sussurro sonha codificando. Eu ouço sua voz, "tho" não…
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