Alguns me veem opaco. Nublado. Lurid na melhor das hipóteses. Como páginas de mofo, com ácaros carregando lanternas.
Sem sentido. Sem humor. Arranhando os ossos. A tinta é minha salmoura, em conserva com uma pena. Alguns dizem.
Sensualidade em teias de espiga. Os cantos do molde velho. Prazeres vem de várias maneiras. Quando meu pênis está em casa.
Rabisco. Os cartuchos censuram. Aquilo que não seca. Palavras de erotismo, plagiadas. Com gin e duas azeitonas.
A leviandade seca não abre câmaras para a libido. Intoxicado por luxúria, ou vire páginas de mofo. Com ácaros carregando lanternas.
Eu consegui mais do que concordei esta noite. Quando fechei minha sala no Just my new barmaid e eu estávamos verificando o resultado Ela me perguntou se eu gostaria de uma xícara de café quente…
continuar Poemas de amor história de sexoNavegue pelas abundantes nuvens sensuais comigo Pegue minha mão e expanda o universo erótico De presentes e oportunidades da ampulheta Enquanto os grãos diminuem como agradáveis gotas de…
continuar Poemas de amor história de sexoNão se pode ser sensual sem ver a beleza E cuidar de árvores, vida e platôs Pois não há outra maneira de ter esperança Fazendo amor na grama alta sob a lua crescente E o sussurro dos gafanhotos…
continuar Poemas de amor história de sexo