Quaisquer que sejam os laços de cordas que enrolam os fios da vida suavemente na brisa que ressoa canções de amor e cantos, qualquer que seja o laço, cantará a maioria das poesias poéticas da primavera. E eu, como o poeta com a caneta, levo minha tocha da madrugada de carvão com meus lábios de orvalho hidratante, as palavras da eterna verdade brilhando minha sombra sobre você. À medida que os sons do tempo passam e a bola do barbante é lançada, os sinos dos laços duram, velejando para sempre as estações trazendo como uma pipa com olhos verdes.
Enquanto neste estado de confusão esta delicada ilusão De você e eu O que uma vez foi e o que foi antes, pode ser nunca mais Porque agora há três Você se esconde, eu procuro, você expõe tudo,…
continuar Poemas de amor história de sexoEu olho para a vida Como se estivesse andando de rabo em uma pipa Mais do vento e da distância de um fio Desfiando como se estivesse sendo levado Com conchas e ecos da ressaca Nas ondas das marés…
continuar Poemas de amor história de sexoUm coração deu a outro tudo o que tinha para dar. Um coração tirou do outro, então desapareceu. Muito tempo esperando e duvidando pode ser um assunto comum. Anseio e luto muito longos…
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